Craques de épocas semelhantes, mas em times rivais, os meias Souza e Sandro desfilaram categoria e elegância com a bola nos pés. Souza, mesmo com um pênalti desperdiçado, fez lançamentos, deu passes de primeira, driblou e deixou os marcadores para trás. Sandro mostrou a objetividade e a precisão que o transformou em um dos grandes ídolos do ABC, mas também destaque no Cruzeiro, detentor da Tríplice Coroa do início da década.
Para o camisa 10 americano, a partida teve momentos de muita disputa, mas principalmente de bom futebol. Para Souza, a oportunidade de reencontrar amigos foi o que despertou interesse maior em participar do amistoso e reconhece que o tempo pode reduzir a velocidade, mas não a habilidade em campo.
uma grande festa. Uma confraternização, espetáculo para o público. Uma ou outra jogada mais dura, mas tem que levar para o lado da brincadeira, de confraternização entre ABC e América. A gente sabe que o futebol fica mais lento para nós, a gente se esforça, você pensa, mas a perna não vai. Mas a técnica prevalece, vocês viram aí belas jogadas dos dois lados”, disse.
Sandro, revelado nas bases do ABC, destacou que o seu desempenho em campo se deve especialmente aos cuidados que tem tido ao longo dos anos. Em relação a partida, ele destacou a presença de público e a oportunidade de encontrar velhos conhecidos.
“Público prestigiou equipe do América e do ABC, foi bom jogo, bom divertimento, uma boa festa. A brincadeira existe, mas cada um querendo defender seu lado. Estou feliz de rever amigos, voltar nesse estádio é um sonho e me sinto privilegiado”, concluiu.
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